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Adilson Rodrigues Ferreira, Auditor
Adilson Rodrigues Ferreira
Comentário · há 2 anos
Sou adepto da intervençao militar por razão oposta åquela contida no parágrafo inicial da abordagem do Dr José Cuty, por entender que convivemos diuturnamente com violaçoes bem piores e com danos muito maiores para as pessoas de bem e por não vislumbrar alternativa. Mais uma ou menos uma não faria diferença. De resto concordo.
Penso que a opção seria única diante do quadro polítco atual. Os governantes e parlamentares de uma forma geral não tem credibilidade e, muito menos, interesse em fazer a principal reforma, a POLÍTICA, que daria respaldo às demais reformas estruturais. Será que precisamos de 531 deputados federais, 81 senadores, milhares de vereadores etc que carregam milhares de assessores em estruturas monstruosas, com moradia, custos alarmantes (viagens, diárias, imunidades, recessos, aposentadorias privilegiadas por tempo e valores etc). Que em boa parte está envolvida em corrupçao, se beneficiou de concessoes públicas e com processos criminais em trânsito na justiça, apostando na sua lentidão e consequente prescrição. A recente medida de repatriaçao de recursos sonegados e enviados ilegalmente para o exterior, aprovada por eles, retrata o grau de imoralidade institucional. Os crimes de sonegaçao e evasão de divisas foram perdoados e os criminosos tiveram drasticamente reduzidos o imposto de renda incidente, a multa regularmente cobrada do trabalhador e, pra piorar, a conversão autorizada por um valor bem defasado da paridade cambial da época. O legislativo pode tudo porque a balança da justiça pende para o poder, público e privado, e assim o direito vira instrumento de negociaçao; o STF é um bom exemplo disso. Em suma, esse é um caso diante de muitos outros que estimulam um regime de exceçao como esperança no futuro. Um presidente, qualquer que seja, não
terá como governar contra um congresso impregnado de interesses escusos, sem a ele se curvar. Com Janio Quadros foi mais ou menos assim....E deu no que deu.
Adilson Rodrigues Ferreira, Auditor
Adilson Rodrigues Ferreira
Comentário · há 4 anos
Concordo em número, gênero e grau com o contido no comentário do Prof. Luiz Flávio. Absurdamente ainda vemos pessoas se insurgindo contra tais considerações.
Certamente uma grande maioria se beneficia do desgoverno e do aparelhamento do governo em prol de ganhos indevidos com a corrupção. Não acho que sejam só políticos do PT, PMDM e do PP, mas que são maioria e são os mais gulosos isso não há dúvida. É só ver os envolvidos no mensalão e agora no petrólao. E quem diria, o PT trabalhou pelo impedimento do Senador Fernando Collor e hoje tem ele como aliado. O uso do cachimbo faz a boca torta.
Veja o nível de desrespeito público e jurídico o Governo chegou ao arrecadar recursos para a campanha de 2014 de empresas, como a UTC, que já estavam sendo investigadas na operação lava jato, e publicamente denunciada como beneficiária dos desvios da Petrobras. Ao alegarem que tais contribuições partidárias para a eleição de 2014 foram legais porque constaram da prestação de contas é passar o recibo de que nós brasileiros somos idiotas. É como se o dinheiro produto de roubo e/ou corrupção direta ou indiretamente disfarçado de pagamento por prestação de serviço, tipo consultoria, ao ser submetido ao TSE ou à Receita o tornasse legal.
O discurso desses canalhas até bem pouco tempo era esse. As prestação de contas foram aprovadas pelo TSE. Sem entrar em outro aspecto, tem o,TSE atribuição de fiscalizar a origem das vontribuiçoes e se tem., exerce? O Brasil de hoje........é uma brincadeira, não respeita os delatores (corruptores) mas pelas ligações políticas vê-se que respeita os corruptos. Basta ver vários dos seus aliados e dos seus ministros..
Adilson Rodrigues Ferreira, Auditor
Adilson Rodrigues Ferreira
Comentário · há 5 anos
Por tudo exposto no artigo, cabe deixar para reflexão a pergunta: o comportamento difere daquele que ocorre em brigas de quadrilhas, como no assalto ao Banco Central? Parece-me que não, o vazamento ocorre por algum tipo de divergência entre os envolvidos. A diferença é que um dos grupos foi eleito para zelar pelo bem público. Tal comportamento está disseminado nas relações do dia a dia. No supermercado o preço no caixa é maior que o de gôndola e se você constata te devolvem a diferença como se fosse um favor, já a grande maioria, que não nota, fica lesada. Você compra produto com fraude em peso e qualidade (ex.recente azeite extra virgem). Já a propaganda enganosa anda solta, principalmente no horário eleitoral, e não acontece nada. O lado forte da relação aposta na impunidade e/ou inviabilidade de ação processual que não compensa, até pelo valor envolvido.
Em situações análogas, políticos/servidores desviaram dinheiro público de diversas origens; foram pegos com grandes volumes de recursos em cuecas e meias; foram flagrados em vídeos como no mensalão e estão todos por aí, muitos nos mesmos cargos e de posse dos recursos desviados, ou seja sem a punição devida, o que, certamente, tem incentivado a continuidade do processo como acontece, agora, com o desvio na Petrobras. Por que a situação não muda? Talvez porque os principais envolvidos sejam políticos, não lhes interessando uma repressão mais rigorosa, pois poderão estar no banco dos réus amanhã, mas, certamente porque a juventude acomodou-se em "facebooks" e "games", não tendo tempo de ir para as ruas.
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